Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Jacob, who else?

Não conheço ninguém que celebre a vida com tanta alegria como este miúdo. O talento e o estilo inconfundíveis de Jacob Collier.
.

sábado, 3 de março de 2018

Petter Hollens

E eis como um tema tradicional escocês, Loch Lomond, ressurge do passado, vestido com um arranjo vocal e uma interpretação magistralmente executados pelo americano Peter Hollens, cantor, compositor, produtor e empresário, que se dedica, desde 1999, à música a capella e o qual, juntamente com Leo da Silva, fundou o grupo On the Rocks, da Universidade de Oregon, conhecido como o primeiro do género, nesta instituição. Para mais vídeos de Peter Hollens, visite o seu canal Youtube.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Jacob Collier

Para quebrar o jejum, ao fim de tantos dias de silêncio, celebremos com um arranjo e interpretação do maravilhoso Jacob Collier. EnJOY!

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Christmas Three

Este é o meu trio mais recente, pois o Natal está aí e já estamos em modo natalício :-)
Se quiserem contratar-nos, é fácil, basta um primeiro contacto para:
nanasousadias@gmail.com
veravilh@gmail.com

EnJOY e Boas Festas!


terça-feira, 23 de maio de 2017

Michael Franks

"Time Together", um tema composto em 2011, para o álbum com o mesmo nome, em homenagem a Flora, uma cadela que o casal encontrou. Isto é o amor aos cães. Um ternura de ver e ouvir. Os direitos desta canção foram oferecidos à Hearts United for Animals.

Flora, though you sleep
On our guru's lap now
All we see everywhere is you
As we recall our time together
Lucky is how we felt
The day we found you
And we were such a happy three
O how we loved our time together

Why must the Present
Turn to Past so fast?
The disappearing Now
I wish I had a golden bough
To bring you back somehow

Someday when all our hearts
Are reassembled
Love will connect us once again
And we'll resume our time together

domingo, 14 de maio de 2017

Se um dia

Esta noite sonhei que milhões de portugueses se mantinham colados às televisões do mundo inteiro, aonde quer que vivesse um português, mas não era para ver futebol. Nem desastres. Nem eleições. Sonhei que andavam há semanas, imagine-se!, dançando ao som da mesma valsa ad libitum, enamorados por uma voz, o condão de ser pura em cada verso, cantando por todos nós, salvando-nos, como se os corações do mundo se fossem quebrar em dois, a qualquer instante, transformados em cristal, a respiração em suspenso, o braço dado - Só mais uma volta, não caias, salva-nos! -, rogando-lhe que entregasse todas as palavras aninhadas assim, na ternura das cordas, e num piano conduzindo a melodia de veludo que ninguém consegue abandonar. As salvas de palmas e os votos, neste meu sonho, foram para aquela que era a poesia cantando o amor, e o país inteiro, a Europa e o mundo, todos se rendiam, no meu sonho, à súplica de um mendigo com voz de frágil pássaro, flautista de Hämelin seduzindo e levando consigo todos aqueles capazes de amar pelos dois.
E ainda não tinha acordado, eu, quando a valsa dos irmãos, que todos unia numa prece sem Deus, avançava e subia até à dimensão da esperança, infiltrando-se, camada por camada, na pele de quem por ela se deixava adormecer, para sonhar também. E uma voz dentro de mim dizia:
-  Seria tão bom, tão bom que um dia fosse possível, a um poema simples, inteiro, sem demasias, vencer...! Ser escutado com o coração e a mente, deixando para trás o fogo de artifício, ganhando a todos, até aos de valor, a dar peso à nossa conquista...!
Na lenda que o meu sonho ia tecendo, a feiticeira criadora nunca deixava cair o duende da floresta, imerso no seu cântico enfeitiçado:
- "Cuida das palavras, meu irmão, não te distraias, não te percas no caminho, repara que despertámos as pedras e encantámos as fadas, vamos embalar o seu espanto e mostrar que é possível dizer tudo na penumbra de um beijo".
Foi então que acordei. As nossas pessoas, milhões de gente, de muitas línguas, ainda traziam os lenços e os olhos molhados, o vinho e o champanhe nos copos, as vozes roucas e o coração cheio. À luz lilás do amanhecer, pequenas gotas de orvalho eram resquícios da festa. No ar o cheiro morno da felicidade.
Despertei e fui dar de frente com um sonho acontecido.
Se um dia alguém perguntar por nós, digam que nos fomos salvar.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Serão

A meta de um novo livro parece fugir, à medida que vou correndo para o fim. A afastar o sopro do desalento tenho os cães a meus pés, e a chuva caindo com violência, batendo na vidraça do meu escritório, como quem grita, Avança e não te atormentes mais. Stacey Kent canta aos meus ouvidos com um sorriso infantil na voz, La Vénus du Mélo, indiferente ao meu cansaço. Quando a chuva se interrompe revela uma lua gorda, vestida de noite, a bainha uma fileira de luzes trémulas, cor de mel, os torreões da basílica são borbotos de uma saia de lã, picando o céu azul-cobalto. E eis que chegam os violinos de La Javanaise, a evocar, no timbre doce de Madeleine Peyroux, a valsa de Luísa e Salvador Sobral, que tem o País quase inteiro de si enamorado, agarrado pelo coração,  amando pelos dois.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Rogério Charraz

É um alívio, isto, lembrar que nem tudo neste país é um banho de mau gosto.
Música: Rogério Charraz
Letra: Pedro Branco

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Black Coffee

Só para contrariar e fugir à febre do Black Coffee, que já não se aguenta. E porque todos são bons pretextos para ouvir esta senhora cantar.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

segunda-feira, 27 de junho de 2016

quinta-feira, 19 de maio de 2016