quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Até quando?

Mau...
É a balança da cozinha que fica sem pilha, antes de eu fazer biscoitos: sei lá eu onde encontro uma pilha daquelas, que parece uma moeda de 1 euro. 

É o radiador a óleo que morre, sem aviso; agora que apetece um quarto morno antes de deitar. É deitar num quarto frio, até.

É a torneira do duche que avaria e que precisa de ser substituída; toca a tomar duche na casa de banho do rés do chão, até.

É o forno que avaria e que parece estar em auto-gestão, ignorando programas e instruções; agora que chegou o frio e apetece usá-lo. E assim irá manter-se, até.

É o chão de tijoleira da sala que levanta, devido às águas da chuva que se infiltram; o chão da minha sala tem agora uma bolha de tijolo e sabe-se lá se não decide piorar. E assim ficará, até.

Podiam ser problemas piores? Podiam. Mas para serem assim, mesquinhos, não podiam ter-se enfiado num buraco, bem longe, e deixado ficar? Assim, já chateia.

1 comentário:

  1. Na verdade, Vera, é muita coisa para uma casa só! Que coisa...
    Um beijito

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